Travelling in a regional ship in Amazonas

Travelling in Amazonas in a regular / regional ship is pleasant but planning this trip took around a month since the information on the web about the comercial boat lines is not very clear and the tyckets can only be obtained in the harbour of Manaus. As soon as you arrive to Manaus you might go to the harbour office (just in front of the market) and ask for the travel conditions. Maybe you can bargain the prices if you are travelling with more than one person. Pay attention that purchasing tyckets takes time and energy, so, come with time!

porto de manaus

Planeámos esta viagem com semanas de antecedência, pois queríamos organizar uma viagem “legal” para os pais da minha companheira Janaina e para o meu amigo grego Christos, através do amazonas. Policarpo, meu sogro, sonhava desde os seus tempos de faculdade com esta viagem…

pôr sol

Saímos do porto de manaus com algumas horas de atraso relativamente ao horário esperado, pois o navio para o qual havíamos reservado bilhetes ficou encalhado em Santarém/Pará, pelo que tivémos de esperar o descarregamento e carregamento de mercadorias do barco que iria substituir o Rondônia, o Cisne Branco.

Cisne Branco: o substituto do Rôndonia deslizou pelo amazonas…

O Cisne Branco é um barco de médio porte que possibilita conforto moderado aos viajantes, embarcação que achámos bastante acolhedora, com o seu terraço e lanchonete voltada para as estrelas amazonenses…

Após algumas horas de viagem observando as margens distantes do rio Amazonas chegámos a Santarém bem cedo pela manhã. Quando abri a porta do nosso camarote havía uma corrente de gente já saltando para o navio que nos iria levar por águas parenses até Belém, o grande catamarã Rondônia, com 2 salões preenchidos por diversas cores pintadas por redes de dormir ocupando o cenário interior do navio, diversos camarotes duplos e suites climatizadas, 1 lanchanote e um terraço no topo do catamarã…

Paisagens do Pará: as comunidades ribeirinhas

Entrando no Pará a paisagem muda, o rio torna-se mais estreito significando sustentação económica e social para muitas famílias de comunidades ribeirinhas que brindam nossa viagem com acontecimentos imprevísiveis: crianças conduzem canoas de madeira até à beira do grande catamarã para mais um momento de interacção com os viajantes do rondônia, uma professora é transferida dum táxi escolar para o nosso navio “em movimento”, rebocadores transportam madeira, contentores com mercadorias através do rio amazonas, as comunidades ribeirinhas à vista do navio…

Ao terceiro de viagem uma senhora de meia idade salta dum barco escolar para o nosso navio, achamos que é uma professora que dava aulas naquela comunidade, agora já de regresso a Belém…

Aconteceu o inesperado quando crianças em canoas ribeirinhas se aproximavam do Rôndonia para receber donativos dos viajantes e também para vender produtos das suas comunidades: na ida para Belém, o Rondônia recebe mercadorias tradicionais e na vinda para Manaus os seus tripulantes pagam a dívida aos vendedores, pois a operação decorre em movimento!

comércio em movimento!

On the boat many people was travelling to Belém the capital of Pará that can offer many opportunities for young people from remote communities in the north of Brazil. Nowadays the river amazonas is a precious path for making businesses being hydro resourses the target of many companies that are comming to explore the rain forest and build hydro power plants such as Belo Monte closeby Altaemira or even Tucurí hydropower plant that is supplying diferent Brazilian states with electricity. Hydro resources in the north of Brazil contribute very much to the economy of Brazil, since energy is converted there and tranported to other regions of south america!

hidrelétrica de tucuruí

No navio Rôndonia viajam pessoas de diversas comunidades ribeirinhas (Juruti, Óbidos, Monte Alegre, Santarém, etc…) que percorrem o curso do rio para encontrar novas oportunidades em Belém e uma ínfima quantidade de bagpackers viajantes que querem sentir e inspirar um pouco do ar quente e húmido, a atmosfera daquele lugar geográfico cheio de biodiversidade. Durante a viagem conhecemos duas alemãs que viajam há 1 mês pelo Brasil, tendo passado por Manaus, Santarém e Alter do Chão Mayira e sua companheira de viagem, as duas com apenas 19 anos, juntavam-se ao grupo rumo à capital Marajoará…

No Domingo encontrámos o estreito de Brevis e, na margem esquerda do rio, avistámos a ilha do Marajó repleta de esplendorosas plantações naturais de Açaí (que brota sementes e dão origem a um alimento energético que faz parte do menu de muitos parenses…) que brota pelas margens do Amazonas, intensificando-se na entrada no Pará!

Igreja abraçada pelo Açaí

Dorme-se tranquilamente nos camarotes do navio climatizados e nem se sente a oscilação do grande catamarã que percorre o rio amazonas noite dentro. Acordei com o som dos passageiros contemplando e comentando “Belém à vista”, após o contorno da ilha do Marajó através do Guajará que desemboca na foz do imenso atlântico. Eram seis da madrugada quando revivi a imagem da cidade Marajoára e avistei a tão visitada casa do reggae “porto solamar”, avistando o mercado ver-o-pêso bem ao longe…

margens do amazonas! ;)

Photos by: Janaina Teles / janainatb@gmail.com

About divingincommunities

Low cost traveler and engineer learning and working with commuties around the world; Enjoy very much to meet different people and cultural exchange!
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